Contento-me descontente
após breve e desconcertante tormento .
Constantemente me alegro
Constatando a alegria em contidos contêineres vazios.
Contenho dúvidas, contudo sinto somente.
Compreendo entretanto que tudo é raso e rente, pouco e reticente.
Por via das dúvidas, tranco a chave minha mente.
Em vão. Insuficiente.
Influenciando a música, canto um solo assim silente.
Conto, sã e serenamente, o que de fato é meu presente.
Sinto muito se, no entanto, nunca fora: o agora é sempre.
Entre tantos, entrementes... fico aqui eternamente.
E sinto a fuga, essa eterna insolente,
ora sumindo, protelando, ora partindo os pensamentos.
Basta! Pois que a vida é luta, dívida imensa e permanente,
e sempremente, será um rol de descontentamentos.
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